Não fossem as sílabas do sábado Não fossem as sílabas do sábado

Não fossem as sílabas do sábado

    • 4,3 • 23 avaliações
    • R$ 49,90
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Descrição da editora

LIVRO VENCEDOR DO PRÊMIO SÃO PAULO DE LITERATURA (2023)

Um romance sensível e brutal sobre luto, maternidade e as possibilidades de um recomeço.

Uma tragédia acaba com uma família, um amor, uma história. Mas outra história também pode começar nela. Um absurdo acidente tem a possibilidade de unir as mulheres que restaram dele, num duro e ao mesmo tempo terno embate de isolamentos. Depois da morte de André, o lar de Ana fica dolorido. Sem o marido, ela passa a gestar a filha órfã e a lidar com Francisca, a babá que intervém com seus tentáculos de ajuda, e também Madalena, a vizinha, viúva do outro homem envolvido no absurdo acidente que vitimou André. Neste romance, com sua narrativa íntima que assombra pela concretude, a autora se consolida como uma das vozes mais urgentes da literatura brasileira de hoje.

GÊNERO
Ficção e literatura
LANÇADO
2022
7 de junho
IDIOMA
PT
Português
PÁGINAS
168
EDITORA
Todavia
VENDEDOR
Bookwire Brazil Distribuicao de Livros Digitais LTDA.
TAMANHO
1,7
MB

Avaliações de clientes

riri4n ,

“o luto é um poço de egoismos”

em uma leitura como esta, fica óbvio: experiências ligadas ao luto, dificilmente, são únicas, apesar de suas especificidades. perdi uma amiga recentemente e me vi em diversas reflexões, pensamentos e dores da personagem ana. mas, assim como ela ao final do livro, percebo tbm que gosto dos vivos e que eu e meus amigos temos muito tempo. isso não deixa a experiência mais fácil ou menos dolorosa. dói demais. é uma gentileza a quem nao tem mais tempo.
o ato de ler este livro é fácil. os capítulos são pequenos e parece uma coletânea de contos. acho que é assim que funciona nossa memória. do nada, estamos no dia da tragédia. dois segundo depois, passaram cinco anos em nossa cabeça, e esse movimento nos faz lembrar de algo que ocorreu há dois anos. assim vai.
apesar da escrita ser ótima, a forma q a autora usa pontuação é muito irritante. ela precisa conhecer as aspas e o ponto final no meio do parágrafo. apesar disso, irei ler novamente. me arrependi de nao ter feito anotações.

Jeanine Geraldo ,

De sílabas e sábados

As duas primeiras linhas me pegaram de surpresa e me deixaram zonza com o poder da simplicidade. Esse é um texto que nos devolve a palavra em toda a sua potência e poesia.

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