O que a China quer?
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1,0 • 1 avaliação
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- R$ 22,90
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Descrição da editora
Em linguagem clara e acessível, o livro oferece interpretações sofisticadas sobre o impacto da China nas relações internacionais do século XXI. Alguns dos maiores especialistas no tema debatem as fontes do poder chinês, suas estratégias na Ásia, seu engajamento com normas internacionais e o papel da China na construção da ordem global. Trata-se de uma leitura obrigatória para todos aqueles interessados em entender a complexa transição de poder que o mundo vive nos dias de hoje. Este título da Série Entenda o Mundo integra a Coleção FGV de Bolso, voltada para a produção de obras de síntese sobre os mais diversos temas das ciências humanas e sociais. Destina-se a estudantes, professores e profissionais interessados em conhecer de maneira rápida e eficaz, por meio de textos claros e acessíveis, os assuntos tratados em cada volume.
Avaliações de clientes
Medíocre, tendencioso e superficial
Apesar dar credenciais acadêmicas dos autores, que junto com o fato de ser o único livro sobre a China em português na loja do ibooks, me convenceu a comprar (equivoco que jamais cometerei de novo), O que a China quer se resume a uma pregação da superioridade ocidental e da liderança estadunidense, ignorando sem nenhum escrúpulo toda e qualquer contradição dos tais valores liberais-capitalistas e as praticas concretas de seus heróis. O livro chega ao ponto de declarar uma antinomia entre imperialismo e ordem ocidental, ignorando por completo passado colonial chinês onde essas mesmas potências ocidentais dominavam com liberalismo e capitalismo.
O mais surpreendentemente ridículo desse livro é o fato de, apesar de ser um livro em português para o publico brasileiro, se dedica quase exclusivamente a receitar os EUA sobre a China. Se você quiser ler clichês sobre o tema China vs EUA esse é o seu livro, se você quiser saber concretamente dados sobre a ascensão chinesa, como eu queria, jamais cometa a estupidez de comprar esse livro.
Os autores bebem de autores estadunidenses que eles mesmos admitem estarem ambicionados apenas em servir de plataforma política em reação a China. O que é pior, ao destacar reiteradamente que Franklin Roosevelt foi responsável pela cadeira chinesa no conselho de segurança e Bill Clinton ter acenado a China como potência responsável, assume descaradamente um viés partidário republicano, pois esconde ou omite que a reaproximação foi realizada por Nixon e foi no governo Bush que a China mais avançou economicamente.