Que fazes aí fechada‪?‬

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Descrição da editora

Ao longo de oito entrevistas, ficamos a conhecer a vocação das religiosas portuguesas do nosso século XXI. As perguntas, simples, directas e sem medo, são respondias com a mesma simplicidade, rectidão e abertura. Este segundo título da "Colecção Adro" traz-nos a realidade actual da vida consagrada, sem preconceitos e pela voz de quem decidiu mudar radicalmente de vida.

«Tudo isto fui ouvindo – e assim mesmo – quando o “mundo” soube que a nossa filha Verónica, de 28 anos, escolhera um Carmelo como forma de vida, trocando um gabinete ministerial em Bruxelas, um namorado e uma vida que, embora de forte militância cristã, era aisée, cosmopolita e independente, pelo “sim” mais radical que alguém possa dar a Deus. E que há de mais radical senão a oferta da nossa própria vida?»

Maria João Avillez, in «Prefácio»

 

«Durante mais de um ano tive sempre na mente a realidade da vida consagrada, a vida das milhares de mulheres que se entregam totalmente ao serviço de Deus e da sua Igreja.

Estive em meia dúzia de cidades, falando com freiras que representam Portugal de Norte a Sul e até explorei a realidade de uma mulher que chegou à vida consagrada depois de ter crescido num país em que a própria religião era proscrita, que pensava que os padres eram coisa do tempo dos reis mas desconhecia que tanto uns como outros continuavam a existir para lá das fronteiras da Albânia.»

Filipe d’Avillez

GÊNERO
Religião e espiritualidade
LANÇADO
2015
28 de maio
IDIOMA
PT
Português
PÁGINAS
266
EDITORA
Alêtheia Editores
VENDEDOR
ALETHEIA EDITORES SA
TAMANHO
1,3
MB