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Descrição da editora

Os integrantes do Instituto Paulista de Cidades Criativas e identidades Culturais (IPCCIC), não aceitam o conceito de mais humana, isso significaria conceber a possibilidade da existência de uma cidade que fosse menos humana. Para o grupo, que trabalha junto desde 2013, o trajeto de pesquisa e estudo os levou de um lugar ao outro. No início, a proposta era a de transformar as localidades em Cidades Criativas. Com o tempo e o resultado das escutas feitas em 22 cidades do interior do Estado de São Paulo, os pesquisadores entenderam que a versão criativa de um lugar deve ser uma das características da Cidade Humana. Esse percurso está descrito no livro Seis passos para a Cidade Humana, a ser lançado em abril, pela Editora Estação das Letras e Cores, de São Paulo.

Na obra anterior, Tecnologia Social para gestão de cidades – cidadania e cocriação, publicado em 2016, o IPCCIC narra sua metodologia de trabalho para estudar as localidades. Nessa nova obra, o grupo percorre pelos seis passos necessários para a transformação de uma cidade em Humana. No prefácio, o antropólogo Michelangelo Giampaoli, da Universidade de Illinois de Chicago, alerta para a obviedade do conceito. Para ele, todas as cidades deveriam ser humanas, e aponta para a crueldade de assim não serem.

O jornalista André Trigueiro, por usa vez, indaga na capa do livro: e se o planejamento urbano levasse em conta as expectativas dos moradores, e a possibilidade de eles serem elevados à condição de cidadãos cocriadores? Então, conclui que o livro, ousado em sua proposta, aponta caminhos para que o projeto coletivo das cidades não esvazie a mais nobre e urgente de todas as utopias; o ser humano precisa vir em primeiro lugar.

Para a presidente do IPCCIC, Lilian Rodrigues de Oliveira Rosa, a publicação em livro da trilha que leva um gestor público até a consolidação de uma Cidade Humana é uma devolutiva que o Instituto faz diante da oportunidade de se dedicar a pensar a gestão. “Com esse material, queremos propor um debate sobre importantes mudanças que precisam ocorrer”, explica.

Em síntese, os seis passos estão sistematicamente organizados de maneira que um serve de estrutura para o outro. A trilha propõe, de início, que o ser humano seja colocado em primeiro lugar. Na sequência, estabelece que o cidadão usuário da cidade deva ser formado cocriador; e assim segue: que haja o sentido de comunidade; que o ser humano seja religado ao meio ambiente; que a Economia seja cocriadora, pautada na colaboração, no circuito curto, no modelo circular e criativa e que se possa, sempre, educar em suas múltiplas formas. Como base o grupo defende o amor como atitude pedagógica.

GÊNERO
Não ficção
LANÇADO
2019
May 30
IDIOMA
PT
Português
TAMANHO
253
Páginas
EDITORA
Estação Das Letras E Cores Edi
VENDEDOR
Digitaliza - Digitalizacao e Distribuicao de Conteudo Digital Ltda.
TAMANHO
977.3
KB