Sonetos
Descripción editorial
Aquela que eu adoro não é feita De lírios nem de rosas purpurinas, Não tem as formas lânguidas, divinas, Da antiga Vénus de cintura estreita… Não é a Circe, cuja mão suspeita Compõe filtros mortais entre ruínas, Nem a Amazonas, que se agarra às crinas Dum corcel e combate satisfeita… A mim mesmo pergunto, e não atino. Com o nome que dê a essa visão, Que ora amostra ora esconde o meu destino…
Os sonetos completos de Anthero de Quental
1891
A philosophia da natureza dos naturalistas
1891
Manifesto dos Estudantes da Universidade de Coimbra á opinião illustrada do paiz
1891
Sonetos de Anthero
1891
Sá de Miranda
1559
Oliveira Martins / O critico litterario, o economista, o historiador, o publicista, o politico
2026