Descrição da editora

Este poema é escrito por De Gil Vicente no ano de 1517. Auto de moralidade composto por Gil Vicente por contemplação da sereníssima e muito católica rainha Lianor, nossa senhora, e representado por seu mandado ao poderoso príncipe e mui alto rei Manuel, primeiro de Portugal deste nome. Começa a declaração e argumento da obra. Primeiramente, no presente auto, se fegura que, no

ponto que acabamos de espirar, chegamos supitamente a um rio, o qual per força havemos de passar em um de dous batéis que naquele porto estão, scilicet, um deles passa pera o paraíso e o outro pera oinferno: os quais batéis tem cada um seu arrais na proa: o do paraíso um anjo, e o do inferno um arrais infernal e um companheiro.

GÉNERO
Ficção e literatura
LANÇADO
2013
29/Junho
IDIOMA
PT
Português
PÁGINAS
17
EDITORA
Public Domain
TAMANHO
167.4
KB

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