Numa e a ninfa Numa e a ninfa

Descrição da editora

Sátira política publicada originalmente em folhetim, Numa e a ninfa inaugura uma nova forma literária praticada pelo escritor brasileiro Lima Barreto

Quando começou a ser publicado, na forma de folhetins, em março de 1915, foi anunciado pelo jornal A Noite como um texto que "romanceava vários escândalos dos milhares que assinalaram o governo Hermes como o mais corrupto da história". A obra retrata a trajetória de Numa Pompílio de Castro, um bacharel em Direito medíocre, acomodado, sem qualquer predicado exceto a persistência, que, ao se casar com a filha do governador, conquista uma cadeira de deputado federal na Câmara. "Numa é o exemplo perfeito da figura do doutor tão criticada por Lima Barreto em toda a sua obra", considera Beatriz Resende. A partir da história desse "brâmane privilegiado" – que ganhará certo reconhecimento intelectual graças a Edgarda Cogominho, sua esposa e ninfa –, Lima descreve o universo de falcatruas, desmandos e vantagens da vida política da capital federal durante o processo de votação de uma proposta para a criação de um novo estado. Para a ensaísta, foi com Numa e a ninfa que Lima Barreto estabeleceu uma nova relação com a imprensa de sua época, "indicando um reconhecimento pouco apresentado da importância desse mulato, morador de subúrbio carioca, na vida literária de seu tempo".

GÉNERO
Ficção e literatura
LANÇADO
2017
7 de julho
IDIOMA
PT
Português
PÁGINAS
288
EDITORA
Carambaia
INFORMAÇÕES DO FORNECEDOR
Bookwire Brazil Distribuicao de Livros Digitais LTDA.
TAMANHO
7
MB
Contos de Lima Barreto Contos de Lima Barreto
2013
Carta de um defunto rico Carta de um defunto rico
2013
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