Faces Roubadas
Descripción editorial
Eles acharam que o dinheiro compraria o silêncio. Eles erraram.
Na tradicional e cobiçada Escola São João Paulo II, a instituição da elite em Vitória (ES), o poder tem sobrenome, a impunidade tem preço e o machismo é acobertado por trás de portas de vidro. Mas a redoma de perfeição estilhaça quando Allana, uma jovem estudante, tira a própria vida.
A tragédia é tratada como uma fatalidade pela direção, mas a verdade é muito mais sombria: Allana foi a última vítima do "Leilão", uma rede criminosa liderada pelos garotos mais ricos e populares do colégio. Usando inteligência artificial, eles criam deepfakes pornográficos das próprias colegas, comercializando os corpos e a reputação das meninas na internet em troca de criptomoedas e diversão sádica.
Quando o sistema judiciário, a igreja e o conservadorismo da cidade se unem para abafar o caso e proteger os filhos de juízes e empresários, duas garotas de mundos opostos decidem que o silêncio não é mais uma opção:
•De um lado, Mariana, uma aluna bolsista moradora da periferia de Itararé, que usa sua genialidade na programação para caçar os agressores nas sombras da dark web.
•Do outro, Bia, a influenciadora intocável da Ilha do Boi, que decide implodir a própria bolha social, arriscando tudo para denunciar os culpados.
Apoiadas por uma professora incansável e pela ONG de direitos das mulheres Cunhantãs, elas iniciam uma caçada digital e jurídica sem precedentes para desmascarar os criminosos, e derrubar até mesmo os gigantes de toga e batina que os protegem.
Em Faces Roubadas, você vai encontrar:
•Um thriller contemporâneo e eletrizante sobre os perigos reais da violência digital e dos deepfakes;
•Uma crítica ácida à cultura red pill, à misoginia e à impunidade da elite brasileira;
•Personagens femininas complexas, reais e movidas por uma força inabalável;
•Uma história de sororidade, luto, superação e, acima de tudo, uma busca implacável por justiça.
Quando a juventude vira mercadoria na mão de playboys, a revolução é a única saída. Leia agora e descubra que nenhuma tela de computador serve de escudo quando as mulheres decidem lutar juntas.