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Publisher Description

Conhecer a realidade do sistema prisional por meio de uma perspectiva do feminismo é uma tarefa que nos faz repensar as bases da produção do saber, sobretudo da criminologia. Revela, pois, quanto as diversas áreas do conhecimento sempre atribuíram a mulher um papel secundário.

Fatores como a estigmatização e o androcentrismo repetem-se no âmbito do cárcere, na medida em que invisibilizam e abandonam as sentenciadas. Se um indivíduo preso possui um estigma social, a mulher presa consegue ser hipervulnerabilizada ao ingressar no mundo penitenciário.

Expondo o machismo presente na realidade presidiária, este livro dá voz a mulher encarcerada baiana.

"A partir das diferentes vivências que são apresentadas, Deylane Azevedo Moraes Leite denuncia, com precisão, o androcentrismo no sistema prisional, avaliando os prejuízos sociais derivados do não enfrentamento específico de questões de gênero ligadas ao tratamento da pena privativa de liberdade. A matéria é apresentada dentro de perspectiva feminista interseccional, quando são destacadas as demais características que individualizam, em especial quanto à raça e classe, a mulher no cárcere baiano, demonstrando a hiperexclusão vivenciada pelas internas do Conjunto Penal Feminino."

Daniela Portugal

Esta obra integra a Coleção Academia da Editora NeoJuris, tendo participado do programa Monografia Nota 10. Voltado para a publicação de novos autores, sobretudo no âmbito da graduação, o programa Monografa Nota 10 destaca-se como um meio de divulgação de obras jurídicas de relevância científica.

GENRE
Nonfiction
RELEASED
2018
June 30
LANGUAGE
PT
Portuguese
LENGTH
115
Pages
PUBLISHER
NeoJuris Editora
SELLER
Draft2Digital, LLC
SIZE
181
KB