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Na Franca, a legislacao sobre o controle da procriacao e historicamente marcada pelo natalismo do Estado. Esse natalismo foi concretizado no que as francesas chamaram de "lei celerada" de 1920, lei que interditava todos os meios de limitar os nascimentos (com excecao do preservativo para se proteger da sifilis), quer se tratassem de praticas preventivas (contracepcao) ou de praticas abortivas. Ao mesmo tempo que se difundiam no Norte da Europa e da America tecnicas que permitiam evitar uma gravidez, as francesas nao tinham outra solucao para evitar um nascimento do que a de recorrer ao aborto clandestino, apesar do perigo e do risco de condenacao penal. Para as mais pobres, os abortos se faziam em condicoes de higiene terriveis, gracas as aborteiras pouco qualificadas chamadas de "fazedoras de anjos". As mulheres mais abastadas podiam ir abortar no exterior (primeiro na Suica e logo em seguida na Gra-Bretanha) ou pagar muito caro a um medico frances que aceitasse exercer essa pratica na ilegalidade.

GENRE
Nonfiction
RELEASED
2008
May 1
LANGUAGE
ES
Spanish
LENGTH
13
Pages
PUBLISHER
Instituto de Estudos de Genero - Centro de Filosofia
SELLER
The Gale Group, Inc., a Delaware corporation and an affiliate of Cengage Learning, Inc.
SIZE
82.3
KB

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