Iracema
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Publisher Description
O segundo livro da trilogia indígena de José de Alencar. Iracema é um termo tupi que significa "saída de mel, saída de abelhas, enxame". O escritor José de Alencar explica que "Iracema" é um termo originário da língua tupi que significa "lábios de mel", mas, essa etimologia não é correta por alguns. Nesse livro, o escritor criou uma explicação poética para as origens de sua terra natal, daí o subtítulo da obra "Lenda do Ceará". A "virgem dos lábios de mel" tornou-se símbolo do Ceará, e seu filho, Moacir, nascido de seus amores com o colonizador português Martim, representa o primeiro cearense, fruto da união das duas raças. A história é uma representação do que aconteceu com a América na época de colonização européia. No primeiro encontro, Iracema está repousando em sua sesta quando é assustada por Martim. Assustada, ela lança uma flecha que atinge o guerreiro. Ele não tem nenhuma reação ao ataque de Iracema e, ao ver que ele não possui nenhum tipo de má intenção, parte para acudi-lo. Eles vão juntos até a tribo de Iracema, chamada de tabajara. Martim é recebido pelo Pajé e, como de costume, belas mulheres são levadas até ele por Iracema. Ele recusa e decide ir embora da tribo. Entretanto, Iracema vai atrás dele, pedindo para ele voltar. Começa nesse momento uma troca de amor mútuo. Um guerreiro tabajara avista a proximidade dos dois. Ele tenta ferir Iracema e acaba ferindo Martim. Um drama romântico em Iracema e Martim de desenvolve a partir desse ponto, e eles se envolvem em muitos desafios.