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A vida é um lago, um rio, um mar ou até um oceano. Mas só o é, quando o Homem conduz o seu projecto de vida com eficácia, como se se tratasse de um comandante de um qualquer couraçado aportado no cais da existência.
Viveré um ato pleno de felicidade, desde que saibamos preservar o mundo de intempéries que, à partida, são construções da nossa própria arquitectura.
Sabemos pela razão, que convive connosco sistematicamente, que a realização plena, passa por um conjunto de dados que deveremos equacionar, mas tendo como suporte o comboio de corda de que tanto nos fala Fernando Pessoa.
Muitas vezes, somos aquilo que os outros querem que sejamos, e não aquilo que preconizámos ser, por razões tão obtusas como ser baixo e querer ascender ao metro e oitenta mesmo sem sapatos de salto alto. Deveríamos, em consciência, perceber de uma vez para todas, que o Amor é um sentimento nobilíssimo à altura das regras que foram ditadas pelo Criador, aquando da feitura do universo. Se existem sóis e luas, mares e oceanos foi porque foram necessários, assim sendo ter-se-á que pensar que, se o Amor existe é porque lado a lado com ele, vive a comunidade, a partilha, a alegria, a solidariedade e a cedência. Dir-se-á que amar não é fruir um conjunto de equações e ligações a dois para serem esquecidas ao passar do primeiro vento. Contrariamente amar é ouvir sistematicamente aquela orquestra que o mundo convencionou de genial e perfeita. É crescer com os gritos do piano, com os soluços das guitarras e com o choro dos violinos. Por isso, é de todo impensável que o Mundo vá trazendo á vida – e em nome do amor – tantas crianças, que depois de verem um rasgo de sol são jogadas às sarjetas dos espaços mais mórbidos.
O que fazer, enquanto o Homem não amadurece?!
Convirá obriga-lo a reter a sua atitude, a escutar mestres capazes de os ajudar a ser gente harmónica e levá-los – lendo ou vendo – a parar para pensar. A vida é, tão só, uma linha curta, finita porque nenhum humano quererá ser o mais rico do mundo dos ecos surdos. Isto é loucura, mas dela vivem os amantes do vil metal dos números que fazem imóveis e leis.
Apetece pensar no estatuto da mulher de hoje… o que é feito dele?! Ainda existe?! Perdeu-se no tempo?!
Creio que nunca o mundo gritou, tão alto, que as crianças precisam de protecção e de amparo e que esses condimentos só podem ser cedidos com desvelo pelas mães deste mundo que solicitas são capazes de dizer adeus ao mundo, para os ver vingar.

GENRE
Nonfiction
RELEASED
2015
July 3
LANGUAGE
PT
Portuguese
LENGTH
173
Pages
PUBLISHER
Chiado Editora
SELLER
Smashwords, Inc.
SIZE
1.4
MB