Marilia de Dirceo
-
-
3,6 • 26 avaliações
-
Descrição da editora
O bucolismo nesta parte da obra é extremo, com referências permanentes ao campo e à vida pastoril idealizada pelos árcades. A segunda parte é dividida em 37 liras. Tomás Antônio Gonzaga escreveu esta parte na prisão, após ser preso em 1789. Nela o bucolismo é diminuído, mas a adoração a Marília continua. Nesta parte existe a angústia da separação e o sentimento de ter sido injuriado (as acusações eram falsas e mentirosas).
Avaliações de clientes
Marília Chagas
,
Opinião
Bom livro!!!
Thiago Stéfano
,
Erro.
Não seria Marília de DirceU?! Tsc!